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Branding

Como a sua marca pode gerar valor para o seu público antes mesmo que ele consuma seus produtos.

Vamos começar pelo começo: será que você sabe o que está por trás da decisão de seus clientes quando eles optam por adquirir seus produtos ou contratar seus serviços? Como é o seu processo decisório, qual o valor do seu produto, e o que realmente te proporciona o querido “sim”?

Não estou falando apenas da famosa Jornada de Compras, figura carimbada do Inbound Marketing. É algo mais profundo: qual é o valor intrínseco da sua Marca?  Qual é o desejo que sua marca desencadeia? E, especificamente: como você vai ajudar o seu cliente a se tornar uma versão melhorada de si mesmo?

Se não consegui ser claro, vou usar uma imagem:

Vamos resumir: sua empresa não vende produtos e nem serviços. Ela faz parte da heroica odisseia do seu cliente, e lhe dá forças para conquistar seus desafios diariamente. Ela foi eleita, após a análise consciente e/ou subconsciente, de várias informações e estímulos captados pelo seu freguês, para oferecer solução, aconchego, prazer, proteção, diversão, conforto… ou o que mais se faça necessário para que a vida seja um sucesso.

Quer exemplos?

Nike: Just do it. Seja um herói!

Apple: Think Different: se destaque! Seja diferente, seja único.

L’Oreal: Porque você vale muito.

São três gigantes de segmentos distintos (calçados, gadgets e cosméticos) que não fazem um marketing voltado para os seus produtos, mas sim sobre como os seus clientes podem se tornar pessoas melhores caso tenham acesso aos seus produtos.

Podemos perceber, claramente, que a nova tendência do Marketing 3.0 não é mais quem fala com quem (b2b, b2c ou o novo h2h), mas quanto valor a sua marca gera.

Pense comigo: neste mundo globalizado, será que é viável competir por preço e qualidade? Com tanta tecnologia à disposição, será que vale a pena entrar nessa briga materialista, ou devemos acompanhar a revolução digital e utilizar da tecnologia para auxiliar o seu público alvo a resolver seus problemas antes mesmo de te procurar?

Partindo deste ponto, todo o resto será detalhe: preço, variedade, e até mesmo qualidade. Vejamos o exemplo da Apple: ela tem um dos mais caros produtos do segmento e mesmo assim, milhares de pessoas fazem fila para comprar seus produtos.

Porque? Porque ela resolveu uma necessidade dos clientes. Ela atingiu o padrão de Love Mark, encantou e seduziu seus clientes pelo valor agregado aos seus produtos: o ecossistema por trás da Marca.

As pessoas não compram o novo iPhone porque ele tem um hardware superior, mas porque eles estão apaixonados por um ecossistema crescente de serviços e softwares que permitem que eles façam cada vez mais através dos produtos da Apple!

Qual é o ecossistema que a sua Marca vai criar? Como os seus consumidores criarão uma comunidade? E, o mais importante: qual aspecto existencial do ser humano a sua Marca ajuda a valorizar? Reciprocidade, comunidade, confiança, novidade? Fica a seu critério. E, ao nosso critério, guia-los pelo caminho da criação.

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